
A cesárea, apesar de ser muito realizada nos dias de hoje, é para situações anormais, quando não há chance de a criança nascer naturalmente.
Na cesárea, após a anestesia, o médico corta sete camadas de tecido até chegar ao útero e, através de uma incisão de 10 cm, alargada por um instrumento especial, ele retira a criança, corta o cordão umbilical e limpa a cavidade uterina.
Após o encaminhamento do bebê à sala de reanimação, o médico faz as suturas no caminho inverso, utilizando fios absorvíveis. Apenas o pequeno corte na pele é suturado com fios de nylon, que serão retirados uma ou duas semanas depois do parto, dependendo do tipo de sutura.
Se a mulher passar por duas cesarianas, fatalmente o terceiro parto será uma nova cesariana, pois a cicatriz uterina não suportaria o esforço de um parto normal.
Alguns dos motivos que levam os obstetras a optar por uma cesárea são basicamente os seguintes:
Cordão umbilical enrolado no pescoço do bebê
Esse é um problema que bloqueia a oxigenação do bebê. Ele é detectado quando acontece uma desaceleração do batimento cardíaco da criança durante o parto natural. Em muitos casos, esse problema pode ser detectado precocemente através de um ultra-som de rotina.
Prolapso do cordão umbilical
Quando o cordão surge antes do aparecimento da criança, o parto natural não pode prosseguir, pois a cabeça do bebê certamente irá comprimir o cordão e interromper a oxigenação, já que a mesma é feita através dele.
Deslocamento prematuro da placenta
Esse problema faz o útero ficar dolorido e contraído o tempo todo, e provoca um rompimento repentino da oxigenação fetal, sendo necessário realizar a cesárea imediatamente. Ele é caracterizado por um intenso sangramento vaginal que ocorre no último trimestre.
Placenta prévia
É quando a placenta se situa no segmento inferior do útero, podendo até ficar à frente do bebê, impedindo sua passagem. Ela ocorre geralmente no 3º trimestre e é marcada por uma hemorragia com sangue vermelho rutilante. Ao contrário do descolamento prematuro da placenta, neste caso o útero tem consistência normal e é indolor.
Sofrimento fetal agudo, devido à baixas reservas de oxigênio.
Esse problema pode ser detectado quando há alterações nos batimentos cardíacos do bebê, que são identificadas por um exame chamado cardiotocografia, feito durante todo o trabalho de parto. O líquido amniótico também é um indicativo: Se o bebê entrar em sofrimento, em razão da baixa oxigenação, pode começar a liberar fezes, fazendo com que o líquido se torne esverdeado.
Infecções sexualmente transmissíveis
Quando, em um parto natural, o bebê pode contrair a doença durante a passagem pelo canal.
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"Se a mulher passar por duas cesarianas, fatalmente o terceiro parto será uma nova cesariana, pois a cicatriz uterina não suportaria o esforço de um parto normal.""
ResponderExcluirCERTEZA???
Sabe de nada inocente!!!!
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.693869637326008.1073741852.358569864189322&type=1